
Professora e escritora garanhuense Cássia Silvestre Guerra concluiu o romance "O Quintal das Acácias".
O livro já está em pré-venda e logo poderá ser adquirido por pessoas de todo o Brasil.
Segue uma resenha sobre o romance, assinada por Vital de Sousa.
O Quintal das Acácias é mais que um romance: é memória insurgente. Do sertão de Pernambuco à migração para São Paulo, acompanha a saga de Flora e das mulheres do Clã das Acácias, que transformaram dor em força e silêncio em legado.
Inspirado em fatos reais o livro dialoga com ecos de Clarice Lispector, Conceição Evaristo e Simone de Beauvoir, reafirmando-se como libelo contra o machismo estrutural e celebração da resistência feminina.
Aqui, cada lágrima é raiz, cada ferida é flor, cada página é prova de que as vozes silenciadas seguem vivas nas vozes de suas descendentes.
Professora e escritora garanhuense Cássia Silvestre Guerra concluiu o romance "O Quintal das Acácias".
O livro já está em pré-venda e logo poderá ser adquirido por pessoas de todo o Brasil.
Este não é apenas um relato de opressão, mas um testemunho de amor e reconhecimento. Ao abrir as portas deste quintal, o leitor encontra a coragem ancestral que nenhuma sociedade pôde apagar.
Recomendar esta obra é mais que uma honra: é reafirmar-me como feminista.
Não por mera escolha intelectual, mas por ser pai de mulheres e, sobretudo, por acreditar que não existe outro caminho ético. Em tempos de retrocesso político, cultural e social, reafirmo aqui que este livro é um convite para que nenhuma mulher se sinta só em sua luta.
















