Importante colocar que agora, mais do que antes, precisa que haja paralelo à duplicação a construção de vias locais no entorno de Garanhuns e que isto esteja presente no projeto a ser executado pelo governo federal, cujo trecho de Lajedo a Garanhuns ainda está sem previsão de início.
Se faz necessário a inclusão de pistas de vias locais, além de uma alça viária ou Arco Rodoviário, circulando Garanhuns e abrindo novos espaços para garantir a segurança dos moradores dos inúmeros condomínios que surgiram nos últimos anos e ainda para dar segurança a novas possibilidades de investimentos imobiliários, empresariais e comerciais ao longo desse trajeto.
Cabe agora aos poderes constituídos e as autoridades locais buscar resolver a necessidade da construção de uma “via local” que permita acesso a área residencial, evitando o acesso pela BR-423, garantindo a segurança da população e evitando sinistros como o ocorrido com a família Capitó, na última terça-feira.
Esse arco que circulará Garanhuns além de promover um amplo desenvolvimento deixará o trânsito com uma via local exclusiva para o trafegar de veículos, de modo mais tranquilo e evitará mortes e sinistros.
Por outro lado haverá a valorização de uma nova área de negócios que podem gerar empregos e renda para Garanhuns e por tabela a todo o Agreste Meridional. Essa área surgirá às margens do arco rodoviário. É preciso atuação parlamentar imediata dos deputados federais e estaduais no sentido de buscar essa construção o mais breve possível.
Os benefícios de um Arco Rodoviário circulando Garanhuns não afasta a necessidade da construção de vias locais de tráfego de veículos as margens da BR-423.
Agora mais do que nunca devemos encampar essa luta na certeza de que teremos um desenvolvimento no quesito segurança no trânsito além de acessibilidade e mobilidade urbana adequada. Podemos esperar dessa forma mais crescimento para a cidade de modo sustentável e mais seguro.















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