Lenice e Luzinette Laporte, esplêndidas nos ensinamentos de português e literatura.
Quantos, como eu, não puxam pela memória e lembram de fatos do Colégio Diocesano, dos mestres, dos diretores, das lições de vida?
Sei que são milhares por esse Brasil. Gente que hoje está em algumas cidades do estado de São Paulo, ou no Rio de Janeiro, nas Minas Gerais.
Ou mais perto, no Recife, em Maceió, Aracaju ou Natal.
O Diocesano não é só um gigante em nossa querida Garanhuns. Está no Brasil todo, no mundo.
Prestem atenção: São 110 anos. Uma diferença colossal de 10 dias ou mesmo 10 anos.
É mais de um século de existência, formando cidadãos, preparando crianças e adolescentes para o mundo, proporcionando aos jovens um futuro.
Um dado importante: apesar de ser uma escola particular, o Diocesano nunca foi abrigo das elites.
Muitos das classes média baixa e média média tiveram oportunidade de estudar no Gigante da Praça da Bandeira.
Desde os tempos do Monsenhor Adelmar que eram dados descontos generosos nas mensalidades.
Com ele e até hoje, com Padre Aldo, a vida dos pais de família é facilitada, para que seus filhos tenham direito a um bom colégio.
É uma escola católica, que não visa o lucro. Cobra mensalidades porque precisa pagar os professores, os demais funcionários, manter sua estrutura e garantir a excelência no ensino.
O Diocesano é um marco na educação, ontem e hoje. É um patrimônio de Garanhuns, de Pernambuco e do Brasil.
Chega aos 110 anos jovem como se estivesse começando sua jornada.
Tem muito caminho ainda a percorrer, muito ainda a oferecer à cidade, ao estado e ao país.
Parabéns meu "querido lar, tudo faremos pra te exaltar"!



































