O Governo do Estado está de parabéns com um olhar desenvolvimentista pensando no turismo, com o fim do inverno, momento natural que o Estado de Pernambuco vive a cada ano, temos as estações do ano que assim notabilizam as nossas regiões brasileiras, com um turismo sempre em alta, independente do estação em cada ano.
Com o lançamento, na sexta-feira, dia 25 de agosto de 2023, da campanha de verão 23-24, com um título de “Viva um Verão Naturalmente Incrível”, estamos diante de mais uma contenda. Garanhuns e o governo do Estado de Pernambuco, ou melhor, Garanhuns e a gestora de Pernambuco. Juntos estão órgãos que entendem de turismo, como a Empetur e a Secretaria de Turismo e Lazer, que apresentaram um projeto visando estimular o turismo no Estado durante o verão.
Mas será que estes órgãos entendem mesmo do potencial turístico de cada cantinho do Estado de Pernambuco e o que cada município pode oferecer também pode fazer parte desse projeto alvissareiro, conhece de verdade a cultura, a gastronomia e a história, dessas cidades que se adequam para fazer fazer valer o difícil título de cidade turística?
Na lista que consta neste projeto, estão destinos conhecidos, como o Haras em Gravata, carnaval de Olinda, as praias do Carneiro, Tamandaré, São José da Coroa Grande, Coroa do Avião, Igarassu, Porto de Galinhas, Ipojuca, Vale do Catimbau, Buíque, Fenearte, São João de Caruaru, Marco Zero (Recife), Ilhas de Fernando de Noronha e Santo Aleixo, Igreja da Sé, Olinda, Igreja de Nazaré, Cabo de Santo Agostinho, Paixão de Cristo de Nova Jerusalém e o Cais do Sertão, Recife, uma lista que de fato aponta atrativos turísticos maravilhosos. Mas será que não esqueceram de outros municípios, com pontos turísticos que já são igualmente consolidados❓
Vou me ater a minha linda Garanhuns, que por seus títulos, a ela atribuídos, já se consagra uma cidade com apelo turístico. Cidade das Sete Colinas, cidade do clima de montanhas, cidade das Flores, cidade das ricas fontes de águas minerais, cidade dos festivais, cidade do maior evento multicultural da América Latina, terra da garoa, Suiça pernambucana, dentre outros.
E assim como as igrejas citadas, aqui na minha linda Garanhuns há maravilhosos templos religiosos, como a Catedral de Santo Antônio, a igreja de São Sebastião, a Igreja de Nossa Senhora Perpétuo Socorro, com uma linda arquitetura, por suas formas arredondadas, Seminário São José, Mosteiro de São Bento, o Santuário Mãe Rainha e também a igrejinha da comunidade quilombola do Timbó, uma igreja que tem mais 200 anos, sem esquecer do Cristo do Magano, além dos belíssimos de templos evangélicos.
Mas além de toda esta história no berço religioso, temos uma rede hoteleira que nasceu com o Hotel Tavares Correia, que abriu as portas para outros maravilhosos hotéis, como o Palace Hotel, o Hotel Rodrigues, o Hotel Figueiredo e Hotel Village, entre outros.
E os nossos pontos turísticos que são bem conhecidos e visitados, como o Relógio de Flores, Praça da Fonte Luminosa, Castelo de João Capão, Vinícola Vale das Colinas, Fazenda Polilac, Lago São Francisco, parques Euclides Dourado e Ruber van der Linden.
E a nossa gastronomia, da qual destacamos a famosa buchada do Gago, além de outros pratos oferecidos em outros estabelecimentos gastronômicos, como: feijoada, galinha caipira, churrascos e tantas outras iguarias, além dos maravilhosa restaurantes com a cozinha nacional e internacional.
Quero entender que nem governadora e sua vice, Priscila Krause, que aqui tem negócios na cidade e que aqui, na minha linda Garanhuns, tiveram a expressiva votação de quase 44.000 votos, exatos 43.274, estão sabendo que deixaram de fora do “Viva um Verão Naturalmente Incrível”, este município tão importante no turismo fomentando o desenvolvimento e que gera emprego e rendas com os seus eventos sazonais.
Aqui não me cabe conjecturar e ficar com achismos de que haja por trás o rancor, o não desmanche de palanques e tampouco o não entender que os tempos são outros e que a minha linda Garanhuns tem um gestor trabalhador e está fazendo um belíssimo trabalho e tem mais obras estruturais em menos de quatro anos do que muitos outros gestores que passaram mais de oito anos de governo.
Viver, reviver e não deixar se contaminar com o que politicagem é capaz de fazer.